terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Dia da Bíblia



Celebrado no segundo domingo de dezembro, o Dia da Bíblia foi criado em 1549, na Grã-Bretanha pelo Bispo Cranmer, que incluiu a data no livro de orações do Rei Eduardo VI. O Dia da Bíblia é um dia especial, e foi criado para que a população intercedesse em favor da leitura da Bíblia. No Brasil a data começou a ser celebrada em 1850, quando chegaram da Europa e EUA os primeiros missionários cristãos evangélicos. Porém, a primeira manifestação pública aconteceu quando foi fundada a Sociedade Bíblica do Brasil, em 1948, no Monumento do Ipiranga, em São Paulo (SP).
E, graças ao trabalho de divulgação das Escrituras Sagradas, desempenhado pela entidade, o Dia da Bíblia passou a ser comemorado não só no segundo domingo de dezembro, mas também ao longo de todas a semana que antecede a data. Desde dezembro de 2001, essa comemoração tão especial passou a integrar o calendário oficial do país, graças à Lei Federal 10.335, que instituiu a celebração do Dia da Bíblia em todo o território nacional.
Hoje as celebrações se intensificaram e diversificaram. Realização de cultos, carreatas, shows, maratonas de leitura bíblica, exposições bíblicas, construção de monumentos à Bíblia e distribuição maciça de Escrituras são algumas das formas que os cristãos encontraram de agradecer a Deus por esse alimento para a vida.

Por que ler a Bíblia?
Porque por meio dela conhecemos a Deus e ficamos sabendo o que ele exige de nós e o que ele nos promete IITimóteo 3.16; João 5.39; 2Pedro 1.4;
Porque nela se encontra revelado o amor de Deus pelo ser humano: João 3.16; 20.30-31
Porque nela somos ensinados e habilitados a viver o mais alto conceito de amor: Mateus 5.43-48; 1 Coríntios 13; Romanos 12.9-21;
Porque nela encontramos mensagens de consolo e paz: João 14;
Porque suas palavras falam ao coração angustiado e o consolam: Salmo 103;
Porque nela se encontram os princípios para uma vida de felicidade e harmonia no lar: Efésios 5.22-6.4.

Como ler a Bíblia
Antes de iniciar, ore para que Deus o oriente e abençoe na sua leitura e, ao terminar, agradeça-lhe as bênçãos recebidas através dessa leitura.
Leia com reverência e humildade e, sempre que possível, procure ler trechos que tenham sentido completo. Mescle a leitura de livros do Antigo e do Novo Testamento.
Medite naquilo que você está lendo e construa sua vida sobre as promessas e os ensinamentos que ela apresenta.

Quando ler a Bíblia
Comece a leitura hoje mesmo.
Persista no propósito de ler a Bíblia todos os dias.

Fonte :Sociedade Bíblica do Brasil

domingo, 6 de dezembro de 2015

Carta à Igreja de Pérgamo


Você permanece fiel ao meu nome e não renunciou à sua fé em mim.Apocalipse 2.13
A igreja de Pérgamo era fiel à verdade. Isto é ainda mais extraordinário se levarmos em conta seu ambiente religioso e cultural. Jesus se dirigiu por duas vezes a essa igreja declarando saber onde ela se encontrava: “onde está o trono de Satanás” e “nessa cidade, onde Satanás habita” (v. 13). Não se sabe ao certo o que Jesus quis dizer com essa expressão. Provavelmente ele estava se referindo à sociedade não-cristã que os rodeava, particularmente poderia significar a idolatria pagã ou o culto imperial.
Pérgamo ficou conhecida por ser um forte centro de paganismo. Ali foram construídos muitos templos e altares, sendo que no alto da acrópole de Pérgamo havia um imenso altar a Zeus. Pérgamo também ficou famosa por ser o centro da adoração a Esculápio, o deus da medicina e da cura.
Alguns estudiosos, porém, consideram mais provável que o trono de Satanás estivesse associado ao culto imperial. No ano 29 antes de Cristo. foi concedida aos cidadãos de Pérgamo a permissão para erigir um templo a Augusto. Este foi o primeiro templo construído em uma província em honra a um imperador vivo, e alguns acham que a cidade de Pérgamo era o centro do culto ao imperador.
A despeito dessas influências satânicas, a igreja de Pérgamo não havia capitulado. Ao contrário, Jesus dedicou a essa igreja palavras de elogio: “Contudo, você permanece fiel ao meu nome e não renunciou à sua fé em mim, nem mesmo quando Antipas, minha fiel testemunha, foi morto nessa cidade” (v. 13). É tocante que Jesus se refira a Antipas como “minha fiel testemunha”, título concedido ao próprio Jesus (1.5).
Contudo, Jesus acrescenta uma palavra de advertência. Embora a igreja de Pérgamo, de modo geral, permanecesse fiel a ele, ela tolerava em sua comunhão alguns falsos mestres que se apegavam “ao ensino de Balaão” e “ao ensino dos nicolaítas” (v. 14-15), provavelmente relacionados à idolatria e à imoralidade.
Para saber mais: Apocalipse 2.12-17
>> Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

sábado, 13 de junho de 2015

ADORE COMO UM SÓ CORPO



O salmista declara: “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do SENHOR” (Salmo 122:1, ênfase do autor). As distrações do mundo, a teologia incorreta ou o pecado que habita em nós podem nos levar a perder de vista o motivo pelo qual devemos estar alegres por nos reunirmos no Dia do Senhor. Podemos até começar a pensar que as devoções particulares são um substituto adequado, se não superior, às reuniões com a igreja.
Obviamente, tanto a adoração particular como a do Corpo são vitais para o nosso relacionamento com Deus. No entanto, há razões pelas quais o escritor de Hebreus nos advertiu para não seguirmos “o costume de alguns” de negligenciar o reunir-se com o corpo (Hebreus 10:25). Eis aqui oito razões:
A obediência à Palavra de Deus
Enquanto Hebreus 10:25 afirma diretamente que não devemos deixar de nos reunir como igreja, o uso repetido da frase “quando vocês se reúnem”, por Paulo, em 1 Coríntios 11 e 14 indica que os coríntios estavam se reunindo regularmente. Ele refere-se com frequência à igreja como a casa deste ou daquele, e podemos supor que ele não se referia à “igreja” como estrutura física, mas sim às pessoas que se reuniam regularmente naquela casa.
O Espírito que trabalha por meio de outros
Devemos ser capazes de encorajarmos uns aos outros no Senhor através do estudo bíblico, oração e louvor. Mas Deus também ordena que o fortalecimento venha através de outras pessoas. “Não podem os olhos dizer à mão: Não precisamos de ti; nem ainda a cabeça, aos pés: Não preciso de vós” (1 Coríntios 12:21). Ninguém tem todos os dons. Deus não pode edificar-me através de dons como a pregação, o encorajamento, a compaixão, a liderança e a fé a menos que eu esteja em comunhão com os irmãos para experimentar esses dons.
Servindo em Ação e Atitude
Quando eu louvo a Deus através da música, oro ou leio a Bíblia sozinho, eu abençoo a mim mesmo. Quando faço essas coisas com os outros, eu posso ser um canal da multiforme graça de Deus para eles (1 Pedro 4:10). Meu semblante e envolvimento cheio de entusiasmo, bem como o desenvolvimento de meus dons espirituais, são todas maneiras pelas quais eu posso demonstrar às pessoas a dignidade do Deus que adoramos. Colossenses 3:16 nos diz que cantar é uma das maneiras de ensinarmos e aconselharmos uns aos outros. Isso requer mais do que cantar comigo mesmo com o meu iPod.
Manifestações da Presença de Deus
Enquanto tentava equilibrar a preferência dos coríntios por certos dons espirituais, Paulo observou como esses dons podem despertar um incrédulo para a presença de Deus. David Peterson escreveu: “O texto de 1 Coríntios. 14:24-25 sugere que Deus está presente de um modo distinto na reunião cristã através de sua palavra e da operação do seu Espírito” (Engaging with God, [Envolvendo-se com Deus], página 196). Sem fazer dos encontros experimentais com Deus o nosso principal objetivo, devemos esperar que Ele nos torne mais conscientes da sua presença quando nos reunimos como igreja.
A Voz de Deus através da Pregação
A tecnologia atual nos permite ouvir sermões que perdemos ou mensagens de igrejas que nós nem sequer frequentamos. Mas quando a igreja se reúne em um mesmo lugar e ao mesmo tempo para ouvir, com expectativas, a Palavra de Deus ser proclamada, é um evento único. O próprio Deus se dirige a nós como o seu povo. O Espírito trabalha em nossos corações para nos convencer, confortar, iluminar e exortar. Ouvimos a voz de Deus através de um porta-voz humano e somos transformados.
Demonstrando Unidade no Evangelho
Ser um em Cristo é mais do que reunir-se regularmente no mesmo local, mas também não é menos do que isso. Cantar canções, recitar credos e ler as Escrituras juntos são formas de declarar a mim mesmo e aos outros que eu faço parte de um templo santo, e que não sou apenas um tijolo aleatório ou uma pedra solta (Efésios 2:19-22). “A proclamação cristã pode tornar o evangelho audível, mas os cristãos que vivem juntos em congregações locais tornam o evangelho visível (ler João 13:34-35)” (Mark Dever, The Church: The Gospel Made Visible, [A Igreja: o evangelho visível], página xi).
Morrer para Si
Vamos admitir—é mais fácil adorar a Deus sozinho do que com os outros. As reuniões na Igreja apresentam muitas implicações, tais como espaço insuficiente do estacionamento, pessoas que tomam meu lugar, vozes irritantes, músicas que eu não gosto e pessoas com problemas. No entanto, essas reuniões são oportunidades ideais para cultivarmos a atitude humilde de Cristo (Filipenses 2:1-5) e morrermos para nós mesmos.
Prenúncios do Céu
Quer saber como será no céu? Vá à igreja. O canto pode não ser tão excelente, os números podem ser drasticamente reduzidos e as pessoas podem vir todas da mesma etnia. Mas Hebreus 12 diz que já chegamos “à Jerusalém celestial, e aos milhares de milhares de anjos em alegre reunião, à igreja dos primogênitos, cujos nomes estão escritos nos céus, e a Deus, juiz de todos os homens, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados, e a Jesus, mediador de uma nova aliança” (versículos 22-24). Jesus nos trouxe para perto do Pai através da sua obra expiatória consumada no Calvário. Podemos nos aproximar com ousadia ao trono da graça com o seu povo (Hebreus 10:19-22). Isso é o céu.
Portanto, da próxima vez que você for tentado a pensar que faltar uma reunião de domingo não causará dano, lembre-se de que você estará ausente. E agradeça a Deus por ter o privilégio e a liberdade de desfrutar a adoração coletiva com o corpo de Cristo a cada semana.
Fonte: Ministério Fiél

sexta-feira, 17 de abril de 2015

ABRIL - MÊS DE MISSÕES ESTADUAIS

CONVENÇÃO BATISTA NACIONAL/MG
MISSÕES ESTADUAIS

Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.
Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue?
E como pregarão, se não forem enviados? como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam o evangelho de paz; dos que trazem alegres novas de boas coisas.

Romanos 10:13-15

M
Milhões de pessoas precisam conhecer o evangelho  e serem salvos da condenação eterna. A tarefa é  desafiadora para todos nós, Igreja do Senhor Jesus, pois o Mestre nos confiou essa grande missão. Nossa nação, possui quase 200 milhões de pessoas,  de diferentes credos e  a  cada dia com  novas etnias que chegam em nossa pátria, aumenta o nosso desafio para comunicação do evangelho.
 ”A quem enviarei, e quem há de ir por nós?”

I
Ir até os confins da terra, começando por nosso estado.  Minas Gerais é o quarto Estado com a maior área territorial e  o segundo em quantidade de habitantes.
A Convenção Batista Nacional trabalha diuturnamente para possibilitar que as igrejas conquistem os mineiros para Cristo Jesus, através da abertura de frentes missionárias.
 ”A quem enviarei, e quem há de ir por nós?” 

S
Sustento dos missionários, auxílio às igrejas para que tenham condições de manterem seus pastores no campo de trabalho, capacitação de obreiros, revitalização de igrejas necessitadas, dentre outros, são os desafios da obra missionária estadual, pois cremos que a pregação da palavra de Deus precisa avançar rapidamente, em solo mineiro.
”A quem enviarei, e quem há de ir por nós?”

S
Sobretudo, destacamos o Vale do Jequitinhonha, que é  uma região amplamente conhecida devido aos seus baixos indicadores sociais e também ao norte,  possui características do sertão nordestino. Sofre com a falta de obreiros capacitados e chamados para o ministério, e o por suas igrejas não terem receita suficiente para o próprio sustento.
”A quem enviarei, e quem há de ir por nós?” 


Õ
 O que fazer em favor dos moradores de rua, daqueles que são escravos das drogas, das tribos urbanas e tantos outros grupos que precisam de Cristo?  Orar, ofertar, promover missões – essa é a convocação da JAMI, que tem como missão promover, apoiar e coordenar a visão missionária transcultural das igrejas batistas nacionais, recrutando, treinando e enviando missionários para fazer discípulos de Jesus Cristo entre as nações.
”A quem enviarei, e quem há de ir por nós?”

E
Existem no Estado de Minas Gerais aproximadamente  21 milhões de habitantes, sendo que 7 milhões são Católicos,  3 milhões evangélicos e existem 11 milhões que ainda precisam ser alcançados pelo evangelho, através da igreja. Precisamos continuar enviando missionários que sejam apaixonados por Cristo e por seus  semelhantes, para que, o evangelho seja proclamado em todos os lugares e a todas as pessoas,  sem distinção de raça, cor ou religião.
”A quem enviarei, e quem há de ir por nós?

S 
São estes desafios para a Igreja Batista Filadélfia(CBN/MG): Glorificar o Deus Eterno e fazer discípulos de povos que ainda não conhecem a Jesus Cristo, especialmente em nossas Minas Gerais. Precisamos nos envolver profundamente com a obra missionária em Minas, cumprindo o propósito de Deus nesta geração. É preciso promover missões com amor, entusiasmo e convicção, sempre na dependência de Deus. 
”A quem enviarei, e quem há de ir por nós?”



Todos sejam grandemente abençoados pelo Senhor.

FONTE:http://www.missoesnacionais.org.br/