segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Paul Washer

 Paul Washer prega uma Mensagem Chocante em uma Conferência de Jovens Sobre Evangelismo





Deus te abençoe Sempre
Pr. Marcílio

O Líder e o Manejamento do Seu Tempo



                                                Nélio da Silva é Pastor e Missionário da SEPAL


Se existe um tópico no meio empresarial que tem se tornado extremamente popular na atualidade é o de ?manejamento do tempo.? As ofertas de mais um inédito seminário nessa área, que promete a solução de como lidar com o seu tempo são simplesmente ?imperdíveis?. Assim os seminários são anunciados. Interessante que numa geração de rapidez cibernética tudo nos leva a crer que teríamos muito mais tempo que há 30 anos, época em que ainda não tínhamos a rapidez de nos comunicar em segundos via e-mail, vídeo conferência, ou de saborear uma deliciosa refeição em poucos minutos num forno de microondas e por aí vai.
Mas o fato é que nós não manejamos o tempo, isto porque ninguém tem essa habilidade. O que podemos manejar somos nós mesmos e a maneira como nos relacionamos com os eventos que nos confrontam diariamente. Nós não manejamos o tempo. O ponteiro do relógio é que avança segundo após segundo, a despeito de estarmos ocupados em alguma tarefa ou não. O que fazemos é manejar a nós mesmos. Nós decidimos o que fazer e em que nos envolver. O problema e a solução residem não no tempo, mas em nós.
Da mesma forma nós não manejamos o dinheiro. Uma pilha de dinheiro pode ficar estática, num determinado lugar se ninguém tocar nela. O dinheiro não crescerá e não encolherá. O que manejamos é a nós mesmos e as decisões que faremos em relação sobre como vamos gastar ou investir aquele dinheiro.
Portanto, à medida que prosseguimos na nossa jornada de vida, um fundamento que não podemos perder de vista, uma vez que é por demais importante, está no fato de que nós não manejamos coisa alguma ? nós manejamos a nós mesmos!
De que maneira podemos manejar a nós mesmos? Eis aqui alguns lembretes a considerar:
1) Lembre-se que é você quem decide

Esteja certo de ter isso sempre em mente: eu só posso manejar a mim mesmo. Eu é que decido a maneira sobre como vou agir e reagir em cada situação. Dwight D. Einsenhower estava correto quando afirmou: ?A história do homem livre não é escrita pelo acaso, mas pelas escolhas, pelas suas escolhas.? Tanto o Antigo como o Novo Testamento salientam esse princípio, a parábola dos talentos é a prova contundente da decisão sobre o que fazer com um, dois ou cinco talentos recebidos.

2) Lembre-se que é você quem estabelece as suas prioridades

A razão muito simples para isso é que se você não defini-las outras pessoas o farão por você, porque você deu a elas a sua permissão através da sua omissão em agir. Esteja em sintonia com as suas prioridades. Hoje você pode afirmar do fundo do coração quais são as prioridades na sua liderança? Você já decidiu quais são as dez prioridades com as quais você irá investir o seu tempo? Só depois de você ter isso com clareza em sua mente é que poderá manejar a si mesmo e daí implementar as suas prioridades.

3) Lembre-se que é imperativo que você diga ?não?

Aprenda a dizer ?não? com um sorriso no rosto. Aqui é que a maioria de nós fracassamos. Pelo fato de temos feito dos nossos ministérios nossos ídolos, a simples noção de desaprovação de certas pessoas traz consigo o pavor do fracasso. Como dizer não a alguém de quem tanto dependemos? A resposta para isso talvez esteja num próximo artigo.
O fato, porém, é que existem momentos e ? novamente ? você terá que tomar a decisão de obedecer aquilo que o Senhor Jesus ordenou: ?Seja a sua palavra sim, sim ou não, não?. Só quando realmente cremos no Evangelho é que podemos estar livres em Cristo para com total integridade dizer ?não?.
Portanto, é saudável sempre relembrarmos a nós mesmos que uma das mais preciosas dádivas que Deus nos deu foi a habilidade de escolher. Por essa razão nós podemos manejar a nós mesmos apropriadamente e de acordo com as prioridades que sentimos ser as prioridades que Deus tem estabelecido para as nossas vidas. Em Atos 20:24 Paulo nos dá o seu exemplo de escolha e decisão pessoal ao definir claramente o seu foco e a maneira sobre como ele manejava a si mesmo: ?Todavia, não me importo, nem considero a minha vida de valor algum para mim mesmo, se tão-somente puder terminar a corrida e completar o ministério que o Senhor Jesus me confiou, de testemunhar do evangelho da graça de Deus.?
Certamente que o foco no Evangelho deu a Paulo muito mais do que ele esperava que pudesse obter. E a minha confiança é que essa também é a promessa de Deus a mim e a você.

Deus te abençoe sempre
Pr.Marcílio




sábado, 15 de setembro de 2012

A Importância de Falar a Sã Doutrina



                                                               Clodoaldo Machado

Pastor Clodoaldo Machado pastoreia a Igreja Batista Parque Industrial em São José dos Campos - SP desde o ano 2000. É bacharel em teologia pelo Cetevap - Centro de Estudos Teológicos do Vale do Paraíba, e pós graduado em aconselhamento bíblico pela Faculdade Teológica Batista de Campinas e Southeaster Baptist Seminary (EUA). Pr.Clodoaldo é casado com Patrícia e tem dois filhos, Nathan e Nathalia.

Paulo escreveu a Tito: Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina (Tito 2.1). Ao dar esta ordem, Paulo nos ensina sobre o que a igreja deve falar. Falar a sã doutrina é responsabilidade da igreja, ela deve ser conhecida por isso. A sã doutrina é a sua voz. É por isso que ela está neste mundo. Pedro escreveu que a igreja é a propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamar as virtudes daquele que a chamou das trevas para a sua maravilhosa luz. (1Pe.2.9, ênfase acrescentada). A igreja tem a responsabilidade de tornar o caráter de Deus conhecido. É preciso proclamar as virtudes de Deus e a igreja faz isso quando fala o que convém à sã doutrina. Falar a sã doutrina é a responsabilidade da igreja.
Muitos pensam em doutrinas como assuntos para serem tratados em livros de teologia sistemática, ou classes onde se ensinam os pilares do pensamento cristão. Certamente envolve isso, porém a sã doutrina lida também diretamente com o dia a dia das pessoas. Quando Paulo pensava em sã doutrina, ele pensava em como as pessoas estavam vivendo. Na carta de Paulo a Tito, encontramos algumas razões pelas quais é importante que a igreja se concentre nesta tarefa.
Primeiro, a sã doutrina expõe o falso ensino. Paulo escreveu: Porque existem muitos insubordinados, palradores frívolos e enganadores, especialmente os da circuncisão. É preciso fazê-los calar, porque andam pervertendo casas inteiras, ensinando o que não devem, por torpe ganância (Tt.1.10,11). Paulo afirma que o ensino destes homens para nada era proveitoso. Suas palavras eram vazias e nada acrescentavam aos que ouviam. Ao contrário, tais palavras eram prejudiciais. Paulo diz que eles pervertiam casas inteiras. O ensino destes homens estava destruindo famílias. A má doutrina, sorrateiramente, ataca a família e a perverte. É preciso calar estas vozes destruidoras. Como, porém, fazemos isso? Falando corajosa e abertamente a sã doutrina.
Quando falamos a sã doutrina, consequentemente expomos o que é falso. Não podemos nos envergonhar do que cremos e devemos falar e continuar falando a sã doutrina. Por medo da impopularidade a igreja é tentada a parar de falar o que convém e falar o que as pessoas desejam ouvir. Isto abre espaço para que o ensino falso entre na igreja e, em consequência, a família seja degradada. Não é sem motivo que temos visto tantos pais separados e filhos sendo criados sem a presença deles. Quando a sã doutrina não é falada, o falso ensino ocupa o seu lugar e as dolorosas consequências são percebidas na família.
A segunda razão importante para que a sã doutrina seja falada é que ela expõe a falsa profissão de fé. Paulo escreve que aqueles homens no tocante a Deus, professam conhecê-lo; entretanto, o negam por suas obras; é por isso que são abomináveis, desobedientes e reprovados para toda boa obra (Tt.1.16). Em Creta, havia pessoas que professavam crer em Deus, no entanto suas atitudes demonstravam o contrário. Elas não eram de fato convertidas ao Senhor, ainda que dissessem ser. Este é o efeito do falso ensino, ele gera uma falsa profissão de fé. Quando a má doutrina é ensinada, as pessoas são enganadas. Elas dizem que conhecem a Deus, falam coisas a respeito de Deus, cantam músicas sobre Deus, mas de fato não O conhecem.
Pessoas estão sendo enganadas, estão crendo que são salvas, professando conhecer a Deus, sem nunca de fato O terem conhecido. Jesus disse que elas o chamam de Senhor, mas Ele nunca as conheceu (Mt.7.21,22). Somente a sã doutrina pode desfazer o engano e ajudar as pessoas a entenderem o que é conhecer a Deus. A igreja deve falar a sã doutrina, assim os que são salvos serão confirmados; os enganados, ou serão transformados ou se retirarão por não suportarem a sã doutrina. Alguém disse que o evangelho ruim é pior do que evangelho nenhum.
A terceira razão para se falar a sã doutrina é que ela lida com o comportamento das pessoas. Paulo, em Tito 2.1-10, deixou claro como a sã doutrina é algo prático.
Ela ensina ao homem o que é ser homem. Paulo escreveu: Quanto aos homens idosos, que sejam temperantes, respeitáveis, sensatos, sadios na fé, no amor e na constância (Tt.2.2).
Vivemos num mundo em que os jovens querem sempre ser jovens. Querem prolongar sua adolescência, desejam que a juventude não passe nunca. O mundo deseja que a vida seja uma grande brincadeira cheia de diversão. Entretanto, Deus nos fez para sermos adultos. A juventude é apenas uma pequena etapa da vida. A maior parte da vida é para ser vivida como adulto. Os conselhos deste mundo, porém, são contrários a isso e querem fazer das pessoas, eternos jovens. É preciso falar o que é ser homem, alguém moderado, respeitável, sensato e sadio na fé. Não temos visto as pessoas sendo respeitáveis por serem mais velhas, uma das razões é porque não querem parecer adultas e respeitáveis. Assim, a sociedade se degrada em larga escala. Só a igreja pode apresentar a solução para isso: Falar a Sã Doutrina.
A sã doutrina também ensina à mulher o que é ser mulher. Paulo escreveu que as mulheres mais velhas devem ensinar as mais jovens a amarem seus maridos e seus filhos (Tt.2.3-5). Os conselhos deste mundo têm ensinado as mulheres a agirem como homens, a pensarem como homens, a fazerem atividades de homens. Até mesmo quanto à sexualidade, as mulheres têm sido levadas a pensarem como homens. Achando-se livres e emancipadas fazem, cada vez mais, o que homens egoístas querem que façam. Existe o lado feminino da sexualidade e ele parece estar sendo cada vez mais desconsiderado. Mais lamentável ainda é ver estes pensamentos seculares sobre a mulher sendo seguidos por aqueles que dizem crer na Bíblia. A sã doutrina ensina a mulher a ser mulher dentro dos propósitos de Deus. Aqui é mais um lugar onde a vergonha tem dominado a igreja. Muitos se envergonham deste ensino, acham-no ultrapassado e sem relevância e por isso não o falam.
Temos deixado o pensamento secular nos dizer o que é ser mulher. Deus, que é quem criou a mulher, sabe o que é melhor e satisfatório para ela, e sua Palavra nos ensina isso. Ela tem um papel nobre, exaltado e digno na família, na igreja e na sociedade. Porém este mundo tem diminuído este papel e feito com que tenhamos vergonha dele. Assim, temos mulheres abandonando a feminilidade que Deus designou para elas. O resultado tem sido percebido na sociedade. Falar a sã doutrina é ensinar a mulher a ser mulher.
A sã doutrina ensina o jovem a ser criterioso. Paulo escreveu: Quanto aos moços, de igual modo, exorta-os para que, em todas as coisas, sejam criteriosos (Tt.2.6). Em todas as coisas os jovens devem ter critério. Ter critério fala de ter uma mente sadia.
Jovens são facilmente corrompidos pelos maus conselhos deste mundo, basta conferir o número de ordenanças que a Bíblia dá quanto a isso. O livro de Provérbios, por exemplo, é intenso em falar a eles. Para muitos jovens, o que a maioria está fazendo não parece ser errado. Não é sem motivo que Paulo os ordena a serem criteriosos em todas as coisas. A sã doutrina os ajuda a ter critérios, a fim de que suas decisões sejam sábias. A juventude é um período curto da vida, porém nele são tomadas decisões que trazem consequências para a vida toda. Por isso é importante que a sã doutrina seja falada.
Davi escreveu no Salmo 19.7 que o testemunho do Senhor é fiel e dá sabedoria aos símplices. Símplices é tradução de uma palavra hebraica que traz a ideia de uma porta aberta. A ideia é que o testemunho do Senhor faz com que o crente aprenda a fechar sua mente. Ter a mente aberta é um conselho deste mundo e não da Palavra de Deus. A Palavra de Deus dá sabedoria de maneira que não sejamos mais símplices, isto é, que não sejamos mais aqueles que aceitam tudo o que nos é oferecido sem qualquer resistência. É por meio da sã doutrina que ensinamos os jovens a não serem símplices, de mente aberta. Por meio dela, eles aprendem a ser criteriosos. Quando a Palavra de Deus está na mente, ela é o filtro que impedirá os maus conselhos de entrar. Jovens precisam da sã doutrina.
A igreja tem esta grande responsabilidade. São razões importantes para não fugirmos dela. Não podemos nos contentar com menos que isso. Não podemos ser condescendentes e permitirmos que assuntos que não convêm à sã doutrina sejam assuntos dominantes na igreja. Cada membro da igreja do Senhor Jesus Cristo é responsável por isso, uns por falarem, outros por ouvirem. Não podemos nos furtar desta grande responsabilidade: falar a sã doutrina.
Fonte: Editora fiél

Deus abençoe você sempre
Pr.Marcílio

sábado, 8 de setembro de 2012

Como Mudar Sua Igreja



                                                                        Mark Dever

Mark Dever é pastor da Igreja Batista de Capitol Hill, no distrito de Washington; fundador do ministério 9Marcas e um dos organizadores do ministério Juntos Pelo Evangelho; conferencista internacional e autor de vários livros, incluindo os livros "Nove Marcas de Uma Igreja Saudável","Refletindo a Glória de Deus" e "Deliberadamente Igreja", todos publicados em português pela Editora FIEL.



Pastores sempre me perguntam: "Como fazer para que minha igreja mude?" Muitos ministros têm alienado suas igrejas na tentativa de promover mudança, a tal ponto de alguns serem afastados do ministério.
Mesmo assim, como pastores, temos de levar nossas igrejas a mudanças, muito embora isto seja difícil. Aqui estão algumas sugestões sobre como promover mudança: ensinar, permanecer e amar.
Ensine a mudar
Primeiro, as ideias a serem aplicadas em nossas igrejas deveriam vir das Escrituras. Isso faz do púlpito a ferramenta mais poderosa para mudar uma igreja. A pregação expositiva constante é um meio que o Espírito Santo normalmente usa para falar aos corações humanos.
Ore para que através de sua pregação, Deus venha a ensinar a igreja como ela precisa mudar. É impressionante a frequência com que nós, pastores, queremos consertar os problemas, antes de termos tempo para explicá-los!
Muitos pastores tentam forçar a mudança em suas igrejas - quase sempre defendendo tais medidas como atribuição da liderança - quando deveriam informar a igreja a respeito da mudança pretendida. Irmãos, devemos alimentar o rebanho confiado ao nosso cuidado e não bater nele. Ensinem o rebanho.
Mesmo que a mudança que você vislumbra seja correta, ainda há a questão de o tempo ser ou não adequado. Ser correto não é uma licença para uma ação imediata, o que me leva ao segundo ponto.
Permaneça para mudar
A ideia de se comprometer com um lugar está desaparecendo, tanto no local de trabalho quanto no lar. O modelo para as gerações mais jovens não é como uma escada corporativa pré-fabricada, com passos cuidadosamente limitados, e sim como o mosaico da rede mundial (world-wide web), com alternativas e opções, parecendo espalhar-se infinitamente. Assim, somos ensinados a valorizar experiências variadas, entendendo cada uma como um enriquecimento para a outra.
Nós, pastores, precisamos estabelecer um modelo diferente em nossas igrejas. Precisamos ensinar-lhes que compromisso é bom, quer seja para com nosso casamento, família e nossa fé, ou nossa igreja e nossa vizinhança. É sob a luz de tais compromissos a longo prazo (não pensando em termos de meses, mas de décadas) que podemos ajudar nossa igreja a encontrar suas prioridades certas.
Como um pastor, seu maior poder de ajudar sua congregação a mudar não vem da força de sua personalidade, mas através de anos de ensino fiel e paciente. Mudanças que não acontecem neste ano podem vir no ano seguinte, ou em dez anos.
Para este fim, escolha suas batalhas com sabedoria, cuidadosamente, priorizando uma mudança necessária após a outra. Quais mudanças escolhidas são as mais necessárias e mais urgentes? Qual delas pode esperar? Falando de modo geral, os pastores precisam aprender a pensar de uma maneira madura e a longo prazo.
Pastorados longos também ajudam o pastor. Eles o impedem de se tornar um portador de novas ideias, colocando-as em prática por dois ou três anos e, depois desse tempo, ter de mudar-se para colocá-las em prática em outro lugar. Geralmente, quanto mais tempo ficamos, mais realistas temos de ser - e isso é bom para nossa própria alma e para aqueles a quem servimos.
A chave para uma mudança é ficar em uma igreja o tempo suficiente para ensinar a congregação. Se você não planeja ficar, então tenha cuidado antes de começar algo que o próximo pastor terá de terminar. Não deixe a congregação tornar-se insensível com você ou com o seu sucessor, ou mesmo contra a mudança necessária.
Quando eu era um jovem seminarista, adotei três clérigos anglicanos, de Cambridge, como meus modelos. Todos tinham ministérios onde pregavam expositivamente em seus púlpitos, durante muitos anos - Richard Sibbes (em Cambridge e Londres, por 30 anos), Charles Simeon (em Cambridge, por mais de 50 anos), e John Stott (em Londres, por mais de 50 anos). Pela graça de Deus, estes três pastores construíram as igrejas onde serviam, e tiveram efeito sobre a emergente geração ministerial, mediante sua longa fidelidade.
Ame para mudar
Para desejar as mudanças corretas, ensinar sobre elas, e ficar tempo suficiente, você tem de amar. Você tem de amar o Senhor e amar o povo que Ele lhe confiou.
Clemente de Roma disse: "Cristo pertence aos humildes de coração, e não àqueles que se exaltam sobre o seu rebanho". Do amor procede o cuidado paciente que, continuamente, dirige a congregação para a Palavra de Deus.
Jonathan Edwards não foi um pastor menos fiel somente porque sua congregação o demitiu. Alguns de nós tivemos pastorados curtos e fiéis. Mas este tipo de pastorado não é minha preocupação aqui. Com este breve artigo, simplesmente tentei levantar em sua mente algumas ideias de como você pode - ensinando, permanecendo e amando - levar sua congregação à mudança bíblica.

Fonte: Editora Fiél

Deus te abençoe sempre
Pr. Marcílio